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Para Arranca - para nada


Afirmar o brincar como um gesto poético e político.


A escrita tornou-se uma continuação das caminhadas - uma busca por brechas em que o brincar pudesse existir também no texto. Um olhar para as artes e a educação como espaços vivos de encontro, vulnerabilidade e transformação. Deixa brechas abertas como um convite para estar presente, brincar e “nadar”.



 
 
 

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