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clara bevilaqua

é, bailarina, atriz, professora de dança e teatro, apaixonada pela criação de imagens gráficas. 

 

É licenciada em Teatro pela Universidade Federal de Uberlândia (Brasil). Iniciou sua formação em dança na escola Uai Q Dança (Uberlândia-Brasil) onde foi durante 17 anos estudante de ballet clássico, sapateado americano, jazz dance, dança moderna e dança contemporânea. Durante 11 anos foi professora, coreógrafa e bailarina profissional da Uai Q Dança CIA. Foi durante 3 anos diretora artística do Grupo Jovem - Uai Q Dança, com o qual criou o trabalho “Até Onde (?) Contornos sobre liberdades”. Teve experiências em práticas de Eutonia com Fernanda Bevilaqua, artista fundamental no seu caminho artístico. No Brasil, tiveram pessoas essenciais na sua formação em dança, teatro e performance: Rosane Chagas, Armando Duarte, Patrícia Arantes, Márcio Túlio, Fernando Maciel, Joice Aglae, Mariene Perobelli, Joshua Bergasse, Rose Calheiros, Erika Novachi, Dudude Herman,  Katie Duck, Claudia de Souza, Tuca Pinheiro e Wagner Schwartz. 

 

Em 2012/2013 participou no programa de Mobilidade Internacional na Faculdade de Motricidade Humana (FMH/Lisboa). Neste mesmo ano, conheceu o c.e.m centro em movimento em Lisboa, outro espaço fundamental na sua investigação em dança, onde participou da formação "Corpo Zero" e estágio em estudos do corpo, dança e movimento. Em 2017 participou do programa de investigação “Risco da dança” e desde então, continua seus estudos com orientação de Mariana Lemos, Sofia Neuparth, Cristina Vilhena, Margarida Agostinho e Peter Michael Dietz. Atualmente integra a equipa do c.e.m - centro em movimento, em Lisboa, nomeadamente no trabalho com a comunidade, com o Corpo na Escola e aulas regulares de corpo e movimento com crianças e jovens.

 

Em 2016 integrou o Coletivo Lagoa, criado por Mariana Lemos, Lysandra Domingues e Sara Jaleco. Desde então, caminha lado a lado na criação e estruturação da Lagoa em projetos de criação e formação artística. 

 

No mesmo ano, criou em parceria com Guilherme Calegari a Baileia, uma dupla de artistas educadores que se dedica aos estudos e criações com e para infâncias. Atualmente desenvolvem criações de contação de histórias, concertos e espetáculos na intersecção entre a música e dança e oficinas em bibliotecas, museus e escolas de Lisboa. 

 

Como artista-educadora, dedica-se aos estudos do corpo no encontro com as crianças, bebés e famílias, investigando a construção da autonomia no corpo de cada uma|um. Atua, hoje em dia em continuidade, no c.e.m - centro em movimento, ADECO - Jardim de Infância das Mercês e oficinas pontuais em diversos espaços artísticos, escolas e bibliotecas entre Portugal e Brasil. Destacam-se: “Passar-Tempo” (2018), semana de criação, fruição e invenção em torno da arte envolvendo a comunidade com o Coletivo Lagoa, promovido pelo Teatro Virgínia e pelo Município de Torres Novas; Oficina “Cubos sonoros” (2019) realizada no Museu da Música Portuguesa Estoril, Conservatório de Música de Sintra, Junta de Freguesia da Caparica, Largo Residências, Indie Jr-Festival de Cinema e Casa do Capitão - CTL. Em 2020 integra o projeto COALESCER, com a PORTA 33, financiado pela DGArtes, na Madeira/Funchal.

 

Como intérprete no Brasil, enquanto bailarina da Uai Q Dança CIA sob direção de Fernanda Bevilaqua, destacam-se os trabalhos: “TemPoema” (2012), “Outras histórias do chapeleiro maluco” (2012), “S.E.M - sempre em movimento” (2013), “Ponto de Vista” (2014 e 2015) e “Segredos de Liquidificador” (2015).

 

Nos processos criativos, atuou como bailarina-criadora do “Conversas de Corpo” (2015), sob direção de Fernanda Bevilaqua, que teve digressão em Portugal com produção do Coletivo Lagoa e orientação de Mariana Lemos,  no Teatro das Figuras em Faro (2017), no Teatro Virgínia em Torres Novas (2017), uma temporada de três meses no Teatro da Trindade em Lisboa, com apoio da CML (2018), Teatro Aveirense (2019), CAE-Sever do Vouga (2019) e Cine-Teatro Curvo Semedo - Montmor-o-velho (2020). Criou e confeccionou os figurinos da Incrível Banda de Monstros e Outros Bichos, criação autoral de Guilherme Calegari (2018) com estréia no Festival BI - Lisboa. Intérprete-criadora do espetáculo-instalação “JUNTO” co-produzido pelo Teatro da Trindade - Fundação INATEL, apoiado pela Fundação GDA, uma criação do Coletivo Lagoa, encenado por Mariana Lemos. Junto teve digressão em Portugal (Teatro da Trindade - Lisboa, CAA - Águeda, CAE - Sever do Vouga e Cine-Teatro - Pombal) e Brasil (Instituto Goethe - Salvador e Palco de Arte Uai Q Dança- Uberlândia-MG).  Atriz de “O menino, o anel e o mar” (2021) FLis        - Festa do Livro de Serpa. Criadora e intérprete de “Avôa - baile do fundo do mar” (2021) com estreia no Vide - Festival de Arte pela Rua em Castelo de Vide. Atriz de “Com a Casa as Costas”, apoiado pela DGArtes e com digressão em mais de 70 escolas do Munícipio de Torres Novas, uma co-produção com o Teatro Virginia.

 

Dos últimos processos criativos destacam-se: “Será Sereia?” (2021) primeira grande criação da Baileia, encenada por Clara Bevilaqua. Uma criação apoiada pela DGArtes, com estreia absoluta no Imaginarius - Festival Internacional de Teatro de Rua.  “Rádio Corpo” - um podcast de histórias e criação com crianças em torno do corpo e do som. Uma parceria com o c.e.m - centro em movimento, financiado pelo programa Garantir a Cultura.


 

Links de Trabalhos artísticos:

 

JUNTO - 

https://www.youtube.com/watch?v=2stxY-1c5I0&t=1s

CONVERSAS DE CORPO -

https://www.youtube.com/watch?v=TmKDUo-n1kA

https://www.youtube.com/watch?v=TmKDUo-n1kA

 

Encenação trabalho com Grupo Jovem - Uai Q Dança

https://www.youtube.com/watch?v=_0S-eo7KcUE